quinta-feira, 28 de março de 2019

 Nomes: Amanda Pereira RA: 21067780
              Isabela Evaristo  RA: 21149675
              Giovanna Santos RA: 21156296
  1.  O que entendemos por colaboração.



Neste tema, o autor fala um pouco sobre o conceito de colaboração, que
entendemos pela união de conhecimentos concluídos por estudantes, ou
seja, um grupo de pessoas que trabalham juntos no processo de criação
de novos conhecimentos em prol de um único resultado. Os integrantes
necessitam primeiramente aprender individualmente para depois unir as
partes fragmentadas.



2.Aprendizagem e atividade colaborativa.


Neste título o autor dá ênfase maior para o emprego de duas palavras
que parecem possuir o mesmo sentido, mas quando observamos
cuidadosamente os sentidos, percebemos a divergência entre as duas
palavras. A aprendizagem colaborativa ocorre quando todos os
integrantes do grupo trabalham juntos, trocam ideias, chegam a
conclusões e tiram suas dúvidas juntos e apoiam um ao outro. Em
contrapartida, temos a aprendizagem cooperativa, em que os integrantes
do grupo repartem o tema em x partes e negociam entre si qual parte fica
com quem, podendo ser desiguais e hierárquicas.
Além disso, o tema também aborda atividades colaborativas como
orientadora de processos, por ser direcionada à produtos ou processos
como resultado mensurável do mesmo, sendo eles: relatórios, gráficos,
mapas, ou até mesmo resolução de algum problema.
Um elemento muito importante, para a aprendizagem, é a escrita.
Segundo Medina e Freitas Fº (2007), é através dela que passamos
nossas ideias e conhecimentos, como forma de internalizar o
pensamento. O texto é resultado de troca de ideias, críticas e negociação
do que se classifica como certo e errado.
Interação, níveis de interatividade e processo interativo

Existem diversos sistemas que auxiliam alunos a modelar os seus
trabalhos, eles são importantes porque através deles se torna fácil
caracterizar se o trabalho está ou não segundo seus conformes e se está
propício a ser compartilhado para a obtenção de conhecimentos.

3. Pedagogia da interação


Neste tema o autor discute acerca do tema teoria interacionista e nos
convida a refletirmos um pouco sobre a concepção interacionista, teoria
abordada por Vygotsky, Piaget e Brunner. A aprendizagem e o
conhecimento não podem se dissociar, pois uma depende da outra, não
existe conhecimento e aprendizagem sem a interação entre o sujeito e o
objeto de conhecimento, ambos fazem parte do processo de
aprendizagem.
Todas as contribuições teóricas dos teóricos acima citados deveriam e
precisam ser apropriadas de fato pelos profissionais que desenvolvem
sistemas computacionais de forma que utilizem métodos eficazes que
facilitem de verdade o aprendizado desses conteúdos e novos
conhecimentos dos estudantes
Não se discute cooperação sem relacioná-la a autonomia conceituada
em capacidade de estabelecer relações cooperativas. Segundo Moraes,
o aprendizado autônomo pressupõe flexibilidade, plasticidade, facilidade
para mudar valores, para promover diálogos e potencializar habilidades
de comunicação no que se refere à cooperação, à coordenação e à
decisão decorrente das vivências de trabalho em grupo na procura de
soluções conjuntas para os problemas.
Outro assunto abordado nesse tema é a ZDP, zona de desenvolvimento
proximal, em que o indivíduo necessita, primeiramente passar por algo
fundamental para evoluir para algo mais específico, podemos usar como
exemplo uma ponte, em que uma pessoa precisa passar pela ponte para
chegar ao outro lado.




Além do conceito de ZDP, existem outros conceitos como:
-Nível de desenvolvimento real – quando o indivíduo tem a capacidade
de desenvolver tarefas de forma independente;
-Nível de desenvolvimento potencial: quando o indivíduo necessita da
ajuda de alguém especializado no assunto para entender o assunto.

Piaget e Vygotsky buscam a compreensão desses temas, mas não só
compreender como também passar para o conhecimento para o
estudante.


4.. Planejamento, acompanhamento e avaliação de atividades colaborativas

 A busca pelo desenvolvimento de atividades colaborativas deve partir do fato de que toda e qualquer atividade pedagógica precisa de um planejamento e da execução de uma série de tarefas. Estudo e delimitação dos recursos são suportes também necessários à atividade colaborativa, como a busca de definições claras acerca da metodologia a ser empregada e do papel dos envolvidos no processo. Tais tarefas, devem ser desenvolvidas como uma fase que antecede a execução da atividade propriamente dita. Nesta seção apresentamos algumas ferramentas e métodos de pesquisas acadêmicas, muitos dos quais estão disponíveis em ambientes de aprendizagem colaborativa com objetivos específicos, mas não são de domínio público. Por outro lado, alguns AVAs (Ambientes Virtuais de Aprendizagem), inclusive o Moodle, podem oferecer novas possibilidades de gestão de atividades colaborativas baseados nestas pesquisas. 

5. Ferramentas de Comunicação e Colaboração


Para a colaboração em ambientes virtuais, é preciso que estes sejam propícios à ocorrência dessa atividade. Sendo a colaboração a tônica do saber coletivo, o AVA deve possuir ferramentas que estimulem e facilitem a interatividade, a troca de ideias, a manifestação e o registro das atividades dos participantes. AVAs em geral possuem chat, fórum, mural de recados e editor colaborativo e, conforme a metodologia de trabalho e domínio da tarefa a que servem, podem apresentar outros recursos e ferramentas específicos. Atualmente, a ferramenta mais presente nos ambientes colaborativos é o chat. Com o objetivo de troca de mensagens, o chat permite o envio de mensagem a um ou mais de um participante por vez. Esta mensagem ainda pode ser vista por todos ou apenas por quem a recebe, para manter um diálogo reservado. Várias características têm sido inclusas como a funcionalidade de ferramentas de chat tradicionais. Há, por exemplo, chats que permitem anexar arquivos às mensagens, o que pode facilitar a explicação de algum tópico que esteja em discussão. Outra característica importante é a de registrar o histórico de uma sessão de chat. Com esse recurso, um usuário que se conectou no ambiente mais tarde, poderá verificar todas as mensagens trocadas enquanto esteve ausente, podendo inclusive salvar a sessão de chat. Algumas pesquisas, visam investigar quais características inerentes às ferramentas de chat propiciam formas de interação mais efetivas. Outras, usam a ferramenta de chat para ajudar a desenvolver nos estudantes as habilidades inerentes ao debate.



6. Metodologias de Ensino 

É importante tanto a metodologia de ensino quanto os objetos da atividade a ser desenvolvida de forma colaborativa, a fim de assegurar que o AVA tenha os recursos necessários à boa execução das tarefas. É válido ressaltar que antes de propor uma atividade de aprendizagem, seja ela em sala de aula com instrumentos convencionais ou com o uso da tecnologia, é necessária a compreensão do funcionamento da(s) estratégia(s) empregada(s) para sua realização.
Neste sentido, é necessário investigar as características de cada estratégia, o momento ideal e a forma correta de empregá-la, além, é claro, de possuir um objetivo concreto que justifique o seu uso. Filatro (2008) afirma que as estratégias e as atividades de aprendizagem visam apoiar os processos de aprendizagem e apresenta um quadro que ilustra a relação entre ambas. Para a autora, as estratégias de cooperação visam à produção coletiva de conhecimentos via troca de ideias em atividades, tais como avaliação entre pares, projetos colaborativos, elaboração de textos colaborativos, discussões via ferramentas síncronas ( são online e permitem interação em tempo real) e assíncronas (são desconectadas de tempo e espaço). Essas estratégias podem ser desenvolvidas através de diversas metodologias de ensino, dentre as quais a resolução de problemas e a pedagogia de projetos. A atividade de resolução de problemas pode ser vista como uma metodologia de ensino que visa à inserção do estudante num contexto que exija dele não só o resgate de todos os conceitos adquiridos, mas também das relações que esses conceitos mantêm entre si, de modo que, através de seu raciocínio e da elaboração de estratégias de curto e longo prazo, consiga vislumbrar uma solução adequada para o problema proposto. Conforme adquire um conhecimento mais especialista, o aluno tende a encontrar soluções melhores.
Dentro do contexto da aprendizagem colaborativa por resolução de problemas, a interação com o ambiente e as trocas entre os aprendizes são consideradas elementos fundamentais para a aprendizagem, e o grupo, através da discussão, deve concordar sobre a solução a ser encaminhada. Na pedagogia de projetos, os estudantes são instigados a obter ou usar o conhecimento prévio sobre um tema e aprofundá-lo. A realização de projetos colaborativos tem como objetivo desenvolver o interesse pela pesquisa, o senso de organização e planejamento, a manutenção do foco da pesquisa, enfim, a produção coletiva. Na metodologia de desenvolvimento de projetos, a interação entre os participantes e a delimitação de papéis é fundamental para a organização entre os membros do grupo visando à solução do problema de pesquisa.

7. Formação dos grupos 

As atividades em grupo o professor que deve definir como irá ser feito. Existem diversas fontes de AVAs que os grupos podem estar fazendo seus trabalhos, a quantidade de pessoas em grupo o professor deve planejar com os alunos. 
A formação dos grupos é muito importante, pois existe todo tipo de aluno, como: o aluno que está disposto a participar, o aluno que comanda o grupo, o aluno que discorda de tudo, tem o aluno que só fica escutando as ideias dos outros e não dá a sua opinião, tem o aluno que não faz nada e nem ajuda e ente outros. 
Os grupos devem ter o que cada aluno irá ficar responsável por fazer, e é bom os grupos terem um “líder” para poder ficar mais organizado.   

8. Processo de tomada de decisão  

Conforme o relato de Johnson e Johnson e Hartley (1997) os grupos devem ter várias decisões sobre as atividades que serão realizadas, esse processo é tomada de decisão e pode ser realizada de diversas maneiras. Hartley até comentou sobre as vantagens e desvantagens dos métodos as seguir.  
O método da autoridade central, tem que ter uma pessoa do grupo que vai decidir o assunto que irá tratar após ouvir as opiniões dos demais membros. A maior desvantagem desse método é por que os demais membros não poderão se sentir confortável com a decisão a ser tomada. 
Pode ser tomada a decisão de voto e o maior voto será decidido por ser a maioria. 

9. Coordenação das atividades 

O maior problema é a coordenação do uso das ferramentas disponíveis. É recomendado que o mecanismo tenha a função que possa trabalhar em grupo, com isso, um estudante será informado quando o outro modificar o trabalho. É importante que o participante possa visualizar os demais que estão logado no trabalho. 
Tem o termo “awareness” e é utilizado para definir percepções necessárias em uma atividade cooperativa. O tipo social envolve a percepção da presença e das ações realizadas por outros membros. Já no “wiki” tem a função de visualizar o histórico de participação, e ainda dá para verificar quem deu as contribuições. 

10. Coordenação do Tempo

Sabe-se que não existe um tempo preciso necessário à realização de uma atividade de aprendizagem. Quando em sala de aula, o professor é o responsável por estipular o prazo de conclusão.
Seguindo esse raciocínio, mesmo em se tratando da modalidade de EaD, vários contratempos podem ocorrer com referência ao controle do tempo das atividades em AVAs. Um deles é a falta de conhecimento para resolver a atividade por parte de um dos integrantes da equipe ou mesmo por todos. Notamos com frequência a ansiedade dos estudantes em terminar a atividade, acelerando as ações e minimizando as discussões. Há também a falta de concentração e de planejamento.
Considerando tudo que foi dito, cumpre destacar que um sistema de aprendizagem colaborativa deve implementar algum mecanismo para contornar ou minimizar os problemas expostos. É importante que, o responsável pela criação da atividade leve em conta todas as questões apresentadas.

11. .Atividades colaborativas no MOODLE

O Moodle é uma plataforma para a construção e administração de cursos on-line baseados na web. Provavelmente um dos softwares mais populares e mais utilizados no país para esta finalidade. Sendo um sistema de gerenciamento de cursos on-line, possui diversos recursos e ferramentas para criação e gestão de cursos, atores envolvidos no processo (administrador do sistema, professores, tutores, alunos), ferramentas de comunicação síncrona e assíncrona e ferramentas de avaliação, entre outras.

12. Atividade Wiki

Wiki é uma ferramenta para construção colaborativa de textos, também chamado de editor colaborativo de texto. Como em um editor de texto tradicional, no Wiki também é possível inserir imagens, links, animações e vídeos, bem como utilizar de recursos de formatação de textos. Todo participante desta atividade pode incluir, modificar ou excluir uma informação, sendo sua contribuição visualizada prontamente por todos os membros do grupo, o que incentiva a participação ativa no processo colaborativo. Como diz Abegg et al. (2009) “ler e escrever são ações inseparáveis, pois a revisão da produção ocorre instantaneamente à leitura, ou seja, quem participa lendo, colabora produzindo”.
Basicamente uma atividade wiki inicia com a instrução dada pelo professor sobre o tema da atividade e com algumas configurações: criação do grupo e permissão de visualização ou não das atividades entre grupos.
Laboratório de Avaliação
O Laboratório de Avaliação (workshop, na versão em inglês do Moodle) permite o uso da metodologia de avaliação por pares, fazendo com que os estudantes avaliem os trabalhos uns dos outros. O exercício do método de avaliação por pares exige do aluno responsabilidade, visão crítica e reflexiva sobre o trabalho desenvolvido e a premissa de querer colaborar com o aprendizado do colega.

Considerações finais

O processo de aprendizagem colaborativa, além de ser cautelosamente planejado, deve contar com especialistas nas áreas de informática e educação. Considerada fundamental, a interação entre esses dois campos favorece, de um lado, o suporte pedagógico necessário à aprendizagem colaborativa e, de outro, o desenvolvimento da tecnologia para auxílio das atividades estruturadas didaticamente.


 Nomes: Amanda Pereira RA: 21067780
              Isabela Evaristo  RA: 21149675
              Giovanna Santos RA: 21156296




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